É com satisfação que informamos que o Social Science Research Council reconhece o papel da Unicamp nos Estudos Latino-Americanos sobre a China.
Em seu recente relatório, intitulado “Latin America-Caribbean-China Knowledge Networks: State of the Field”, produzidos pelos pesquisadores/(as) Juliana Gonzalez Jauregui, Alejandra Gutierrez, Francisca Aguayo Armijo e Yanqiu Zheng, elencam os esforços da Unicamp, em especial do IFCH representado pelas linha de pesquisa das Ciências Sociais, Sociologia, Filosofia e Sociologia Ambiental.
O relatório pode ser encontrado em sua íntegra aqui:
Quem é o SSRC?
O Social Science Research Council (SSRC) é uma organização internacional, independente e sem fins lucrativos que promove pesquisas nas ciências sociais e disciplinas relacionadas.
O que diz o Relatório sobre a Unicamp?
Segundo o relatório, “a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), vem produzindo conhecimento sobre as relações China-Brasil por meio de seus Centros de Desenvolvimento Econômico e Estudos de Relações Econômicas Internacionais; um Grupo de Estudos Brasil-China (GEBC), que foi uma das primeiras iniciativas a começar a promover pesquisa e ensino sobre a China e o Brasil, e sedia eventos acadêmicos por meio do Seminário Pesquisar China Contemporânea; e, mais recentemente, o primeiro centro de pesquisa estabelecido em cooperação com a Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS).
De acordo com o QS World University Ranking para o ano de 2022, a UNICAMP é uma das três melhores universidades da América Latina. Na UNICAMP, o trabalho sobre as relações China-América Latina e o Caribe e China-Brasil é conduzido principalmente no Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), no Centro de Estudos de Desenvolvimento Econômico do Instituto de Economia (IE) e no Centro de Estudos de Relações Econômicas Internacionais.
Os esforços pioneiros para abordar a China na UNICAMP foram iniciados no início do século XXI, por pesquisadores de filosofia e sociologia com o objetivo de demonstrar que a sociologia poderia estabelecer a base para a compreensão intercultural, não apenas fornecendo ensino conjunto, mas também conduzindo pesquisas com professores chineses sobre a história, filosofia e sociologia da China. Depois, a abordagem dos estudos da China na UNICAMP tornou-se interdisciplinar e se estendeu a outras áreas do conhecimento.
O Grupo de Estudos Brasil-China (GEBC) foi criado em 2011 e está diretamente relacionado ao Centro de Estudos Avançados (CEAv) da UNICAMP. Sendo uma das primeiras iniciativas a começar a promover atividades de pesquisa e ensino sobre a China no Brasil, o GEBC reúne especialistas de vários departamentos da UNICAMP que fazem pesquisa e ensino sobre a China a partir de uma abordagem multidisciplinar.
Como uma iniciativa do GEBC, o Seminário Pesquisar China Contemporânea é um evento acadêmico que acontece desde 2017, com o objetivo de fortalecer a rede de pesquisa Brasil-China e ampliar o debate acadêmico sobre a China. O principal objetivo do seminário é conectar professores, pesquisadores e alunos, criando um espaço onde alunos de pós-graduação apresentem suas pesquisas e troquem informações. Embora o seminário seja composto principalmente por alunos de pós-graduação e pesquisadores que trabalham com China-Brasil, ele também é aberto a pesquisadores que trabalham com China-ALC.
Alguns pesquisadores sediados no GEBC, em conjunto com pesquisadores da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), também criaram uma rede, “South Perspectives”, que não foi formalizada, mas tem feito esforços para reunir pesquisadores que trabalham com tópicos da China Contemporânea, China-Brasil e China-ALC.
Em 2019, a UNICAMP foi a primeira universidade sul-americana a estabelecer um centro de pesquisa em cooperação com a Academia Chinesa de Ciências Sociais (CASS), o Centro de Estudos da China CASS-UNICAMP. O GEBC permaneceu como uma entidade independente que promove pesquisa e treinamento. A UNICAMP também abriga um Instituto Confúcio.”
O conteúdo na íntegra pode ser obtido aqui:
‘
